“As pessoas insistem em chamar algumas coisas de “amor”, mas se você quer saber, eu tenho outros nomes pra isso. Comodismo, por exemplo. Quando você se acostumou tanto com aquela pessoa, aquela situação, aquele cenário dramático, quando você já não sabe mais o quê é sequer olhar outras pessoas de uma forma diferente e simplesmente tem medo de mudar. Egoísmo. Quando você simplesmente não quer ficar sozinho ou quando você não tem certeza que se vai achar outra pessoa. Ilusão. Quando você não gosta da pessoa, gosta só da ideia de estar apaixonado. E a minha preferida… Burrice. Mas se tem algo que eu aprendi é que você não pode controlar ou escolher sentimentos. Não pode determinar o quê sente ou por quem sente. Só acontece. Não interessa se a pessoa mais perfeita do mundo é afim de você, você só não acha graça alguma nela e acaba correndo pra aquela outra desleixada, mas que faz seu coração querer pular pra fora do corpo. E ninguém pode te culpar por quem você ama. Mas você tem todo o poder de escolher o quê fazer com esses sentimentos. Amar alguém é uma coisa, se humilhar é outra.” - Vinícius Kretek, VK
| — | Chorão |

Me enfiei em casa e não saí. Um desgosto. Leio o tempo todo. Sento no jardim. Ouço música. Tento escrever, mas não sei se quero ou se preciso, e não consigo. Umas carências.
C.F.A

Vou ser feliz, sem me importar com o que isso irá causar aos outros… o importante é que não estou fazendo mal a ninguém, pelo contrário! Estou apenas enterrando as impurezas e toxinas da minha vida e deixando brotar uma bela e frutífera árvore, e que seja doce.
— Caio Fernando Abreu
Eu ando meio assim sabe? Com medo. Respiro fundo, tento me entregar novamente e percebo que não vou aguentar outra queda. É tão difícil tirar os pés do chão quando se tem medo de voar, de tentar, de ver tudo se desmanchando outra vez. Tentei, de verdade, não olhar pra trás. Tentei arrancar os medos, seguir em frente, ter um novo foco, mas, me soa tão impossível. Sempre que estou prestes a sair do chão lembro do que me colocou aqui, e me faço a seguinte pergunta: “Em um mundo aonde o certo é somente existir, eu tenho mesmo a chance de viver ou eu só devo deixar passar?” (Kimberlly Cavalcante)



